O fim do Direito é a Justiça.
E’ justo que todas as pessoas tenham acesso à assistência jurídica técnica e qualificada.
O conhecimento dos direitos é a vacina contra miríade de abusos, arbitrariedades e injustiças.
Portanto, a matéria-prima do advogado é o conhecimento jurídico, o qual não se limita ao saber da Lei, mas também abrange a doutrina e a jurisprudência.
Árdua tarefa, meus caros, é acompanhar as infindáveis atualizações legislativas e mudanças de entendimentos de tribunais, que fazem o Direito ser incrivelmente dinâmico.
Além disso, a ferramenta do advogado é a linguagem. E há uma linguagem adequada a cada tipo de ambiente e público.
Um bom uso da linguagem é essencial para que o advogado seja compreendido pelo mais culto dos juízes e até pelo mais simples homem leigo.
Por isso, ser advogado é, antes de tudo, ser um pouco educador. É preciso saber informar e transmitir saberes, de forma acessível à realidade de cada cliente/ assistido.
Em lembrança pelo dia do advogado, renovo meus votos por uma sociedade mais consciente dos seus direitos, mais avessa ao arbítrio e às injustiças.
Ser advogado também é ser um pouco educador.
E isso é lindo.
